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20 setembro 2026

Styvenson quebra silêncio sobre operação que envolveu aliado

Saulo Vale entrevista Styvenson - Foto: web
O senador Styvenson Valentim (Podemos), candidato à reeleição, comentou nesta quinta-feira (18) a operação da Polícia Federal que teve como alvo o deputado estadual Luiz Eduardo (PL).

Styvenson vinha sendo criticado após publicar um vídeo em que condenava duramente o alvo da operação, antes de saber que se tratava de um político do mesmo agrupamento. Após a identificação de Luiz Eduardo, seu aliado, o senador não havia voltado a se manifestar sobre o caso.

A postura foi questionada por adversários políticos, entre eles a candidata ao Senado Samanda Alves (PT), que criticou o silêncio de Styvenson e o provocou a se pronunciar.

Durante entrevista ao programa Meio Dia TCM, programa da 95 FM de Mossoró, o senador foi questionado sobre o episódio e afirmou que não faz distinção em razão de alinhamento político.

“Se tá errado, tá errado. O cara com um milhão e meio dentro de casa tem que se explicar. Quer dizer que rende mais o dinheiro dentro de casa do que no banco?”, questionou, em entrevista ao jornalista Saulo Vale.

Styvenson também afirmou: “Eu não tenho compromisso com mentira, nem com coisa errada”.
Operação

Luiz Eduardo, candidato à reeleição pelo PL, foi alvo de uma operação, na segunda-feira (14), da Polícia Federal. Durante a ação, os agentes apreenderam documentos, aparelhos eletrônicos e R$ 1,5 milhão em espécie na residência do deputado, em Natal.

Em nota, a defesa de Luiz Eduardo afirmou que a investigação tem como base saques realizados em contas bancárias de titularidade do parlamentar. Segundo a nota, o dinheiro tem origem “lícita, declarada e plenamente comprovada”.

Ainda segundo a nota, os valores sacados permaneciam guardados em sua residência e não foram gastos e, por isso, a defesa alega que a circunstância afasta “qualquer finalidade eleitoral”.

Os representantes informaram que colabora integralmente com as investigações e declararam que “restará demonstrada a inexistência de qualquer ilícito, seja na origem, seja na destinação dos recursos”.

*Saulo Vale

14 fevereiro 2024

SENADOR SÉRGIO MORO COBRA EXPLICAÇÕES APÓS FUGA DE DETENTOS DO PRESÍDIO FEDERAL DE SEGURANÇA MÁXIMA

O senador Sergio Moro comentou em sua rede social X (ex-Twitter) nesta 4ª feira (14) sobre a fuga que ocorreu em um presídio federal de segurança máxima em Mossoró (RN).
“Desde 2006, quando foi inaugurada a primeira unidade, em Catanduvas/PR, nunca tinha havido uma fuga de presídio federal”, disse Moro. Ele cobrou esclarecimentos do governo federal, responsável por administrar o presídio.
O presídio de segurança máxima de Mossoró (RN) identificou a fuga de 2 presos: Rogério da Silva Mendonça (conhecido como Tatu) e Deibson Cabral Nascimento (o Deisinho). Eles são do Acre e foram transferidos para o presídio de Mossoró em setembro de 2023.
A Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Norte enviou apoio à Penitenciária Federal de Mossoró. O sistema federal tem presídios de segurança máxima em Catanduvas (PR), Campo Grande (MS), Porto Velho (RO) e Brasília (DF), além de Mossoró (RN).
A PF (Polícia Federal) investiga também a relação dos 2 foragidos com o Comando Vermelho, facção criminosa do Rio de Janeiro, segundo apurou o Poder360. A corporação foi acionada para atuar em conjunto com a Senappen (Secretaria Nacional de Políticas Penais) na investigação.