No local, foram apreendidos 77 galos, que participavam de embates. Mais de 50 pessoas foram detidas e conduzidas à delegacia de plantão da POlícia Civil.
De acordo com a PM, a rinha funcionava em uma chácara, as margens da BR 304, nas imediações do Posto da PRF em uma área fechada na zona rural de Mossoró.
A ação da Polícia Ambiental com apoio de várias viaturas dos dois batalhões, começou após denúncias anônimas chagadas ao CIOSP sobre a prática ilegal.
Parte dos participantes conseguiu fugir ao perceber a chegada dos policiais. Entre os envolvidos conduzidos à Delegacia de Plantão estava um médico veterinário, que segundo a polícia seria o proprietário da chácara e o principal organizador do evento.
Segundo o delegado Caetano Baumann, a realização de rinhas de galos configura crime ambiental, previsto no artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais.
Os envolvidos tiveram Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCOs) registrados e poderão responder criminalmente, além de receber multas administrativas.
“Eles devem responder criminalmente por isso, e além da multa administrativa, haverá também a multa do processo crime”, afirmou a autoridade policial.
As aves ficaram sob a responsabilidade do próprio proprietário, que é veterinário, devido à falta de um órgão no Rio Grande do Norte apto a recebê-las naquele momento. Os indiciados foram liberados após procedimento.
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